
Reafirmando o compromisso da CAIXA em promover a inclusão social, que passa necessariamente pela inclusão cultural, o projeto Criança Arteira recebe no mês de dezembro as crianças da casa de apoio da Associação Brasileira de Assistência às Famílias de Crianças Portadoras de Hemopatias (ABRACE). Dia 16 de dezembro, das 9h às 12 horas, 50 crianças com câncer, mantidas pela casa de apoio da ABRACE participarão das oficinas oferecidas pelo projeto Criança Arteira, do Conjunto Cultural da Caixa. Serão duas oficinas: "Movimento das Cores", por Miquéias Paz e Giovane Aguiar, e "Objetos", por Alexandre Malaquias.
Em 2003, o Criança Arteira atendeu nos seus primeiros módulos quase 8 mil crianças e adolescentes de quase 200 escolas públicas e instituições carentes. Visitando as Galerias, o Teatro da Caixa, e o Espaço Criança Arteira, as crianças puderam usufruir momentos de cultura, lazer e de cidadania. E, neste ano, as oficinas retornaram com novidades e melhorias para um público de aproximadamente 20 mil crianças e jovens.
O Projeto Criança Arteira alia ação pedagógica à programação do Conjunto Cultural da Caixa, realizando oficinas infanto-juvenis de artes, música e teatro, monitorias para as exposições, transporte e lanches aos alunos da rede pública de ensino e de instituições carentes, principalmente aos menos privilegiados, quebrando assim barreiras sociais, geográficas e culturais.
A abertura oficial do projeto aconteceu em 7 de junho, no Conjunto Cultural da Caixa, com a apresentação de todas as oficinas e centenas de crianças de entidades assistenciais convidadas. A partir de então foram abertas as inscrições para as escolas, através dos telefones 414-9752 e 414-9450. Em janeiro, o projeto funcionará normalmente, não só para escolas mas para crianças em férias que queiram participar.
AINDA MELHOR EM 2004
Até o final deste ano, terão sido realizadas dezesseis oficinas por semana, no Foyer do Conjunto Cultural da Caixa e na sala "Criança Arteira", um novo espaço criado especialmente no quarto andar do edifício. Cada turma tem, em média, até 40 crianças e as oficinas são ministradas por profissionais altamete capacitados e reconhecidos de Brasília. A previsão é de que, a cada mês, aproximadamente 2.500 alunos participem das oficinas de arte educação.
ARTE EDUCADOR E MONITORES
Nesta nova fase, o Criança Arteira conta com a participação do arte-educador José Mauro Barbosa, que é presidente da Associação de Arte-Educadores de Brasília. Ele vai supervisionar e orientar monitores e oficineiros, subsidiando as pesquisas do material a ser estudado nas monitorias, e atuando como disciplinador de posturas éticas e pedagógicas no atendimento às escolas.
Em todas as exposições realizadas no Conjunto Cultural da Caixa, estudantes de Artes de Faculdades/Universidades, e também profissionais já formados, são contratados para realizar monitorias. Eles oferecem ao público informações sobre os artistas cujas obras estão em exibição, contextos e noções de história da arte. A contratação de estudantes de artes plásticas para a realização de monitorias pode ser considerada um estágio remunerado que, além de ser uma atividade extracurricular, aprimora conhecimentos adquiridos em sala de aula, e ainda é uma oportunidade de primeiro emprego ao profissional em formação.
A exemplo do ano passado, as crianças participantes começam o programa com uma visita monitorada às galerias, pois as exposições do Conjunto Cultural servem como tema principal do trabalho. Com base nas informações colhidas durante a visita, é realizada uma oficina, que visa a discussão, entendimento e apreensão do que foi visto, além de ser muito divertido para as crianças.
A permanência das crianças nos espaços do Conjunto Cultural da Caixa dura em torno de 3 a 4 horas, faz-se necessário então que se ofereça um lanche. A CAIXA contratou a entrega de lanches especialmente produzidos na Panificadora da APAE, que emprega em Brasília mais de 50 pessoas com necessidades especiais na produção de serviços de padaria. Esta parceria agrega valor ao projeto, e reforça o intuito da CAIXA e da APAE em contribuir para a inclusão social.
AS OFICINAS
Oficina de Teatro e Cultura Popular - Ministrada por Ricardo Guti e Johana Abreu, atores e diretores teatrais. Esta oficina tem a intenção de aproximar os alunos dos elementos que integram as manifestações cênicas da cultura popular brasileira. Através de jogos e brincadeiras os alunos interagem com manifestações como o bumba-meu-boi, o mamulengo, as danças e músicas brasileiras (como o cacuriá e o maracatú).
O Som das Cores - Ministrada pelo arte-educador, cantor e compositor Toty, músico há 15 anos. A partir da visita às exposições, as crianças compõem, cantam e criam desenhos, correlacionando as cores e formas das obras com as melodias.
O Movimento das Cores - Realizada pelo dançarino Giovane Aguiar, em conjunto com o ator e mímico Miquéias Paz, propõe a despertar na criança e no jovem o interesse por atividades ligadas à expressão corporal, realizando um paralelo com as artes plásticas.
Oficina Pedacinhos da Imaginação - Oficina de artes plásticas com colagem, ministrada por Luisa Günther. A colagem é uma técnica de realização da composição visual a partir de imagens de revistas, periódicos, impressos descartados, e quaisquer outros materiais. Esta atividade estimula a organização e criatividade das crianças.
Oficininha de Teatro - Ministrada por Pedro Miranda, formado em Artes Plásticas, Artes Cênicas e História, tem o objetivo de apresentar ao aluno o teatro e suas características, assim como dar noções básicas do fazer teatral, finalizando com exercícios de improvisação.
OFICINEIROS ESTAGIÁRIOS - Serão realizadas duas oficinas-estágio para alunos que estejam terminando a Faculdade de Artes Plásticas, Cênicas ou Música. O estágio será remunerado e terá duração de dois meses, possibilitando, assim, atender durante todo o ano, dez estagiários. As duas primeiras oficinas-estágio selecionadas são:
Oficina Origamosaico - Ministrada por Andreia Grecov, aluna da UnB, que explora as técnicas da colagem, mosaico e, principalmente, do origami, técnica milenar japonesa, trabalha com a criança noções de espaço bidimensional e tridimensional.
Desenho Mágico- ministrada por Heron Barbosa de Souza, aluno da Faculdade Dulcina de Morais, propõe a produção de desenhos de observação e percepção (não só da visão, mas também do tato, audição e olfato), incentivando a criatividade, imaginação e expressão artística das crianças, assim como para romper com valores estereotipados como bonito e feio.
O Projeto Criança Arteira é patrocinado pela CAIXA e este ano recebeu o apoio cultural da Caixa Seguros, para a produção das camisetas personalizadas que serão oferecidas às crianças.
As inscrições para o Criança Arteira serão feitas somente para escolas pelos telefones 414-9752 , 414-9450 e 414-9448
Sugerimos entrevistas com a gerente do Conjunto Cultural da CAIXA: Sônia Schuitek, idealizadora do projeto, pelo telefone 414-9447.
Assessoria de Imprensa: Celina Maryia 414-6898 e 9958-9955 e Luiza Rabello 414-6898
Giovane Aguiar/Miquéias - Fone: 273-5673 Expressão Corporal
Toty - Fone: 9202-5273/552.2023 Música
Luísa - Fone:95517374 Colagem/ Plástica
Pedro - Fone: 9994-1696/2441696 Teatro
Heron- Fone: 923-9897/381-3404 Desenho/Plástica
Andréa - Fone: 233-0198 Origamosaico
Acesse resultados e informações das Loterias da CAIXA no seu agregador de RSS
Saiba mais